As Verdades Sobre a Morte de Baciro Dabó

Durante a noite de quinta-feira para a sexta-feira, os militares passaram pela rua onde fica a casa de Baciro Dabó; Repararam logo de que haviam muitas pessoas sentadas na varanda do candidato presidencial. As operações de reconhecimento prosseguiram até às voltas das 3 da manhã quando toda a gente foi-se dormir.



03:30 da madrugada duas carinhas dupla-cabines chegaram à casa de Baciro. Alguém teve a ousadia de contar o número dos militares que invadiram e rodearam a casa de Baciro -- eram cerca de 30 pessoas armadas com todo o tipo de armamento. Cerca de 10 rapazes, entre eles guardas, segurança pessoal, e familiares do malogrado estavam a dormir. Nenhum deles estava armado, isto porque o Primeiro-ministro Carlos Gomes Jr. tinha ordenado o desarmamento da segurança pessoal de Baciro depois de este ter posto a sua posição à disposição do governo para se candidatar às presidenciais.



Atormentaram-lhes, retiraram-lhes os telemóveis, e espancaram dois familiares directos de Baciro Dabó (Amadú, um dos sobrinhos de Baciro e Mancú, um dos irmãos mais novos de Baciro).



Na medida que iam espancando-lhes, tentavam força-los para que um deles fosse com eles para cima e pedir para que Baciro abrisse a sua porta. Mas isso não foi necessário porque Baciro ouviu o barulho e foi espreitar para ver o que se passava. Mal abriu a porta, reparou logo que havia um contingente armado à volta da sua casa. Ele voltou para dentro de um dos quartos e foi esconder-se no quarto de dormir da esposa Suncari Dabó. Os militares subiram para o primeiro andar e foram falar com a Senhora Suncari Dabó. Perguntaram-na sobre o marido ao qual ela respondeu de que o marido não estava.



Um Militar: Se não nos dizes onde ele está, vamos-te matar agora mesmo.



Face à intimidação, Baciro passou a temer pela vida da esposa. Ele estava escondido no quarto da esposa do qual saiu e dirigiu-se à sala principal e falou para eles:

Baciro: Mas o que é que querem de mim?



Um Militar: Queremos o dinheiro, queremos saber onde está o dinheiro. E quando nos deres o dinheiro, iremos-te matar na mesma.



Um outro militar: "Kuda abo ki homi di fama ... bu fama na caba ahos ... porque no na matau" (Como você é o homem da fama, a tua fama vai acabar hoje, porque vamos-te matar).



Baciro: Matar-me? Querem o meu dinheiro e querem-me matar ao mesmo tempo? Se for isso, então matam-me.



Baciro Dabó virou-lhes as costas e levantou as mãos para o ar e disse-lhes:

Baciro: "Matem-me!"



Sem hesitação nenhuma, um militar disparou quatro tiros, assassinando o Major Baciro Dabó. Eram 3:42 da manhã da sexta-feira.



Os três filhos de Baciro testemunharam este episódio -- Sãozinha, Braima e David.



Na medida que o corpo dele se ia arrefecendo, retiram um anel do dedo do malogrado, revistaram as malas, retiraram tudo de valor da casa: jóias, anéis da esposa incluindo uma que Suncari Dabó tinha no dedo (o dedo de Suncari está inchado neste momento), sapatos, calçados das crianças, telefones móveis, relógios, e muito dinheiro. Baciro Dabó tinha levantado na quinta-feira uma soma avultada de dinheiro que iria servir de lançamento da sua campanha eleitoral em Bafatá. Roubaram tudo!



Ouvindo os tiros, os vizinhos foram-se juntando na casa de Baciro Dabó ... O primeiro a chegar ai foi um homem grande que é o pai do condutor de Baciro que se chama Braima "Doutor" em companhia da filha Aminta. Viram o último carro abandonar o sítio.

Todo esse contingente militar estava fardado e mascarado. Todas as caras estavam cobertas.



Pouco depois dirigiram-se à casa do antigo Primeiro-ministro Faustino Imbali e que se encontra num lugar incerto.



Voltando ao caso de Baciro, duas semanas antes tentaram assaltar a casa dele, mas ele escapou-se através de uma das janelas da casa dele que dá acesso à casa de um vizinho;

Na manhã do dia do assassinato de Nino Vieira foram à casa de Baciro, mas o Baciro, temendo pela sua vida, estava refugiado junto aos familiares. Nesse mesmo dia prenderam o guarda da casa de Baciro de nome Bacar. Dizem que Bacar tinha ido à casa de Nino Vieira um dia antes do seu assassinato e portanto deve ter sabido de alguma coisa. Até hoje ninguém sabe falar desse tal Bacar. Ninguém sabe se está vivo ou morto.



Neste momento que estou escrevendo este relato, estão à procuram desses rapazes que dormiam na casa de Baciro. Face às condenações nacionais e internacionais, os militares querem "arrancar" confissões que incriminassem Baciro Dabó. Peço às organizações internacionais e particularmente as Nações Unidas para irem ao socorro desses rapazes!

Ontem, houve um incidente vergonhoso -- o candidato de PAIGC, Malam Bacai Sanha foi à casa de Baciro para apresentar as suas condolências às famílias. Quando chegou lá foi expulso pelo irmão de Baciro, Mancú... foi necessário um grupo de homens grandes muçulmanos para acalmar os ânimos. E adivinha-se o porquê desse incidente!



Um dia mais tarde, enganaram o irmão mais velho de Baciro, Iaia Dabó. Pediram-no para ir receber o seu salário no QG e quando lá chegou, prenderam-no. Alegam que ele fez ameaças de morte contra elementos das FARP.



Amigos e compatriotas é esta a realidade que se vive na Guiné-Bissau. E não imaginam quanto custou fazer sair este correio electrónico.




Não deixem que os donos de poder escravizem e assassinem cada um de nós. Façam circular este e-mail junto de amigos, familiares, governantes e todos aqueles que se possam interessar pela causa da Guiné-Bissau. Isto seria o mínimo que se pode pedir de um compatriota.

# Posté le dimanche 14 juin 2009 10:24

A MORTE DE HELDER PROENÇA

ENVIADO POR UM VELHO E BOM AMIGO.


Noticias de Bissau:

Os militares estenderam uma cilada a Hélder Proença e mataram-no. Convenceram-lhe da existência de uma grave e irreconciliável contradição entre António Injai e Zamora Induta. António Injai como verdadeiro detentor de poder militar, herdado da organização concebida pelo próprio Hélder Proença na altura contra NINO VIEIRA, de quem era Ministro da Defesa, ia então separar-se de Zamora Induta, conotado como muito próximo de Carlos Gomes, inimigo mortal de Hélder Proença e Nino Vieira. Os serviços secretos que já tinham instrumentalizado Tagmé na Wai até a sua morte com falsas informações sobre a bomba e sobre a responsabilidade de Nino Vieira na tentativa de assassinato do chefe de estado-maior, conhecendo a determinação de Hélder Proença em derrubar o Governo de Carlos Gomes e de afastar Zamora da chefia militar, prepararam uma longa e paciente cilada, destilando falsas informações sobre tensões nos quartéis, ora nos Para Comandos, ora no próprio seio do Estado Maior. Simularam que um falso golpe de estado em preparação e convencendo-lhe que ele fazia parte da solução.
Hélder acreditou e sucumbiu porque António N'djai fala com ele regularmente e deu-lhe garantias, após receber da parte do antigo ministro informações que apontavam Zamora Induta e Carlos Gomes como os verdadeiros mandantes do duplo assassinato de 1 e 2 de Março.
Quando atravessou a fronteira, na noite da quinta-feira, ele foi recebido por um grupo de militares “ditos descontes” que deviam conduzi-lo a um encontro com António N'djai. Trouxeram-no até à casa e depois à base aérea em Bissalanca, onde, para a sua surpresa foi apresentado a Zamora Induta. Eram 23H30. Nesse instante apercebeu-se da cilada, mas já era tarde. Foi humilhado, espancado pelo chefe militar que depois ordena o seu assassinato, o que viria a acontecer, uma hora mais tarde, em Braia, ponta de Augusto Dama, entre Joao Landim e Bula.
Hélder chegou de Ziguinchor sozinho e desarmado, conduzido por Lamine, um motorista senegalês. A travessia da fronteira num momento em que esta estava fechada foi facilitada pelos serviços secretos guineenses, através dos chamados soldados revoltados fiéis a António N'djai. As duas pessoas que com ele foram abatidas eram o seu condutor pessoal, que o foi buscar em Nepaque e um amigo com quem se encontrava numa confraternização, num dos bairros da capital e que quis acompanha-lo.
Assassinato selectivo ou limpeza política
O comunicado do Ministério do Interior sobre os acontecimentos denunciava uma alegada tentativa de golpe de estado, justificando as mortes registadas com alegadas resistências no momento da prisão dos implicados. Ora, segundo informações e fontes contraditórias, nem se podia falar de uma tentativa iminente de golpe Estado, nem da resistência das pessoas abatidas. Nenhum militar foi preso, nem mencionado como parte da conspiração, o que causa sérias dúvidas quanto à versão governamental dos acontecimentos. As fontes conhecedoras da vida e história política nacional garantem que Bassiro Dabó e Hélder Proença jamais de juntariam em qualquer projecto, nem político, nem económico, por divergências antigas e bem alicerçadas. Aliás, em 2006, Bassiro Dabó, então Secretário de Estado no Ministério do Interior havia acusado Hélder Proença e Tagmé Na Waie de estarem a preparar uma conspiração para derrubar o presidente Nino. Da mesma maneira, estranha é a associação seja entre Hélder Proença e Faustino N'Bali como deste último e Bassiro Dabó. Conclui-se então que esta operação dos militares visava tão apenas assassinar algumas personalidades que inquietavam, tanto mais que pouparam a vida a Faustino Imbali, gesto por muitos comentado como expressão do pacto de Nhinte.
O assassinato de Hélder Proença tinha sido concebido, inicialmente como uma operação de gangster: começa com um rapto, seguido de homicídio, com balas alvejando certeiramente o coração dos três homens no flanco esquerdo, o que desacredita a tese de resistência e troca de tiros. Depois, o corpo das vítimas são abandonados na estrada, sendo isso testemunha de amadorismo, crueldade e de falta de respeito à dignidade humana, mas sobretudo, expressão que ninguém teria de prestar contas pelo ocorrido. Alguns minutos depois, o corpo é recuperado pelos malfeitores que o foram deitar num contentor de lixo, no Hospital Central de Bissau. Como se pode conceber uma actuação destas por parte de uma instituição do Estado, de uma organização responsável? Como é que o Governo pode endossar a responsabilidade não só do assassinato mas também do vexame a que foram submetidos os restos mortais destes cidadãos? Como disseram alguns círculos diplomáticos, as forças armadas guineenses tornaram num perigoso bando de malfeitores: gangsters.
Os militares e o Governo enfrentam dificuldades para justificar os acontecimentos da semana passada. Falam de uma gravação, mas não se apressam a difundi-la através dos órgãos de comunicação. Quiseram o apoio dos serviços do Ministério do Interior, alegando que foram estes que solicitaram a intervenção dos militares, mas o DG da segurança recusa esta tese e recusa a assinar o comunicado preparado pelos militares, razão pela qual se encontra detido, desde a sexta-feira passada. Mesmo admitindo a tese de Golpe de Estado, muitas dúvidas ficam por esclarecer: qual era o grau de preparação? O perigo era assim eminente? Que forças estavam envolvidas (militares, bem entendido)? E porque é que nenhum militar foi preso? Porque é que as pessoas foram abatidas se já estavam detidas? Todas estas questões conduzem à conclusão de que não houve tentativa de golpe e nem foi essa a razão dos assassinatos. Houve sim um ajuste de contas e uma operação de limpeza política.
O assassinato dos dois ex-ministros e eminentes personalidades políticas suscitou tristeza mas muita indignação, senão mesmo revolta na sociedade guineense. Mortes injustificadas, dizem alguns e limpeza política, dizem outros. Uma multidão inesperada acorreu à pequena morgue da capital para prestar homenagem a vítimas daquilo a que eles agora chamam de “esquadrão da morte”. Quer Proença quer Bassiro Dabó eram personalidades de proa e muito populares, não só como políticos mas também como destacadas figuras do mundo cultural, poeta e músico, respectivamente.
Quando muitos guineenses julgavam que as matanças haviam terminado com o desaparecimento de Nino Vieira, os factos infelizmente confirmam a violência política faz parte da idiossincrasia guineense, lembrando o assassinato de Amílcar Cabral, Honório Sanchez Vaz, Cesário Carvalho de Alvarenga, Paulo Dias, Momo Turé, José Francisco, Osvaldo Vieira, Paulo Correia, Viriato Pam, Ansumane Mané, Veríssimo Seabra e tantos outros actores importantes da vida política nacional. Há porém uma constante: o papel dos homens em farda, que se transformaram em verdadeiros assassinos em série. Impotentes perante esta situação, cresce a legião de guineenses reclamam a vinda de uma força internacional como aconteceu em Timor Leste, evitando o completo afundamento do Estado guineense.
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# Posté le vendredi 12 juin 2009 09:13

BRUXO, EU?

BRUXO, EU?
"HOJE, MAIS QUE NUNCA, IMPORTA SABER QUE A ALTA TRAIÇAO NA GUINÉ BISSAU TEM UM PREÇO.

QUE APERTE AINDA MAIS O CERCO.

BACIRO....TEM CUIDADO."


Escrevi a frase anterior hà pouco tempo quando foi divulgada uma lista negra com nomes de alvos a abater devido à sua forte implicaçao no regime de Nino Vieira (esse porco).

A lista incluia os nomes dos ex-ministros da Defesa Helder Proença, Marciano Barbeiro e Daniel Gomes, e o ex-ministro da Economia e Finanças Issufo Sanhá.

Incluia também o nome de Soares Sambú, os dos antigos secretários de Estado Isabel Buscardini, Roberto Cacheu e Baciro Dabó (antigo chefe da antiga secreta guineense) e ainda o empresário Manuel dos Santos.

Portando, nao hà golpe de estado nenhum, senao que se está a levar a cabo a execuçao de pessoas em tempos comprometidas com o regime Ninista.

Nô Pincha....com 2 menos.



Tás fodido meu.

8 de novembro de 2009.


Nino vieira e o seu homem de confiança Baciro Dabó, parecem ter os dias contados. Quando Nino Vieira regressou à cadeira do poder, apressou-se em reorganizar a sua segurança pessoal, a das intrigas, com o seu homem de confiança à cabeça, Baciro Dabó.
Como sempre ocorreu na Guiné, quando se pretende eliminar alguém, primeiro despromove-se o homem como sinal de condena, e logo depois providencia-se o òbito do individuo. Que o “digam” os eliminados em sucessivos golpes de estado, ficticios, pós 14 de novembro, que teve como caso mais recente e desastroso, o do Brigadeiro Mané, Vitima de uma situaçao semelhante. Baciro Dabó nao precisa de manual de instruçoes nesta matéria. Conhece-a de sobra visto que ele mesmo foi fabricante de golpes.
Foi destituido do cargo de ministro da administraçao interna e logo depois do cargo de conselheiro presidencial para a informação, ficando proibido de entrar na presidencia agora debaixo da supervisao do Major Zé preto, homem de confiança de Tagme na Waye. Qual será o passo seguinte? O senhor Baciro Dabó sabe bem, tanto que já pediu proteçao internacional via Senegal, como ficou evidente na carta enviada ao presidente senegalês. Nino Vieira está refém dos chefes do exercito, composto maioritáriamente pela etnia Balanta, ainda que aparentemente Bubo na Tchute, CEM da Marinha, seja fiel ao General Vieira que agora nao passa de um subalterno remetido ao silêncio.
Os Balantas apoderaram-se finalmente do exercito. O 17 de outubro talvez esteja bem "presente", entre as pernas de Tagme na Waye.
A questao de pertencer à etnia Balanta , é o mais forte motivo de coesao no exercito. Veremos para que lado pende a Marinha. Se para o Narcotráfico ou o sangue Balanta.
Baciro Dabó, pode considerar-se homem morto (aleluia), caso nao saia do país nos próximos tempos. Nino Vieira, que nao pestaneje.
Se nao houver uma intervençao rápida a nível das naçoes unidas, restam poucas soluçoes: A fuga, uma nova invasao senegalesa(se os apoiarem novamente), ou a mesma pela qual optou o Brigadeiro Ansumane Mané em 98.
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# Posté le samedi 06 juin 2009 14:38

Modifié le dimanche 07 juin 2009 05:44

7

O TEMPO, O JUIZ ETERNO...

QUANDO O NOSSO POSICIONAMENTO É LAMBER PRODUCTOS HORTICULAS ALHEIOS COM FINALIDADES SUPEITAS, ARRISCAMO-NOS A FICAR NO RIDÍCULO... NAO É ASSIM FLAVIANO MINDELA?
E AGORA? O QUE É VAIS FAZER COM OS TEXTOS DO TEU TIO POLITÓLOGO? AH! JÁ ME ESQUECIA QUE A ESSE, CRUCIFICASTE-O ANTES. E AOS DO CANCAN? O TEU GRANDE MESTRE PARA A POSTERIDADE?

AO ACTIVISTA DOS TECLADOS

Antes de mais, queira desculpar-me o facto de, no momento da decisão de lhe prestar esta modesta homenagem, através duma carta aberta, ter-me também ocorrido a ideia de lhe atribuir esse caricaturado nome, que acabou por ser o título do “artigo”.

Caro Didinho, para quebrar a tendência de que, os milagres do santo da casa não são para pregar, não quis deixar passar esta oportunidade, sem lhe agradecer e, ao mesmo tempo, felicitá-lo.

Isto tudo porque, agora mais do que nunca, todos os guineenses, mesmo os voluntariamente cegos, acabaram por descobrir, através desta inquestionável tentativa da Presidência da República, de desvalorizar uma inequívoca deliberação da Assembleia Nacional Popular, para nos livrar de um Governo que tem entre os seus membros, alguns dos elementos mais incapazes, e cronicamente corruptos, da nossa sociedade; qual é o factor primordial, de quase todos os nossos problemas.

Começou muito cedo, com uma admirável frontalidade, apontou os alvos para essa luta, cuja, a que poderá ser a principal vitória, está em vias de se concretizar, felizmente, com a fileira mais numerosa, e mais convicta, graças também à sua contribuição.

Começou muito cedo, combatendo ferozmente em cada batalha, mesmo quando alguns, inclusive eu, a não concordar com o que achamos ser excessivo.

Começou muito cedo, sacrificando o seu escasso tempo, assim como o seu precioso orçamento familiar, para assegurar aos seus companheiros de luta este indispensável espaço.

Definitivamente, o seu pioneirismo motivou o aparecimento de mais, e melhores vozes, mesmo sendo algumas delas naturalmente divergentes, para o bem e para o mal, que vieram contribuir para os diversos debates já travados, e que continuarão a ser travados no devido espaço.

Quero destacar o espaço “Nô Djunta Mon”, onde tenho lido e guardado alguns dos seus artigos, e de alguns dos autores como: Francelino Alfa, Inácio Valentim, Djodji, Djiudigalinha, Alin Li, Cancan e outros, que quanto a mim, foram autênticas lições para a posteridade.
As grandes obras, são as que conseguem ultrapassar os seus respectivos obreiros.

Caro Fernando Casimiro, esse seu CONTRIBUTO, é para já uma grande obra, a prova que tenho disso, é justamente a certeza que também tenho de que, ele contribuiu para esse extraordinário abanão das consciências dos que, pelos vistos, pretendem ser realmente deputados duma Nação Guineense.

Caro compatriota, quero reafirmar-lhe o orgulho que tenho sentido, por ter identificado com, e acompanhado essa sua luta, apesar de reconhecer a minha insuficiente dose de coragem para expor algumas ideias minhas, como você o faz em relação às suas.

Termino desejando-lhe profundamente, muita saúde, e uma longa vida. E que as próximas gerações se dignem lembrar de lhe atribuir um lugar entre os que vão combatendo pela plena instauração dum irreversível regime democrático na futura Guiné-Bissau.

Ser, Conhecer, Compreender e Partilhar.

# Posté le mercredi 06 mai 2009 05:27

Modifié le mercredi 06 mai 2009 13:28

TUDO AO MOLHO E FÉ EM DEUS.

TUDO AO MOLHO E FÉ EM DEUS.
Afinal, sao 20 os candidatos à presidencia da republica da Guiné-Bissau. Entre eles o eterno Malam Bacai Sanhá (PAIGC), Kumba Yalá (PRS), Aristides Gomes (PRID), Francisco Fadul, Henrque Rosa e, imaginem, Baciro Dabó, sao os nomes mais sonantes da campanha eleitoral. As mortes de Nino e Tagme, bem como o narco trafico, serao seguramente utilizadas como arma politica durante esta campanha.
A comunidade internacional está muito interessada nestas eleiçoes e propoen-se uma vez mais a financia-las.
Veremos no que resultam
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# Posté le jeudi 30 avril 2009 04:16